NOTA ENVIADA AO BLOG:

A CBDA, como de costume nos últimos anos, ouve com muito entusiasmo toda manifestação dos atletas.

Acreditamos que todo posicionamento é válido e deve ser levado em consideração. Em contrapartida, temos como diretriz que a Seletiva Única é um conceito amplo que visa ter o melhor desempenho dos nossos nadadores nos Jogos Olímpicos a curto, médio e longo prazo, trata-se de uma mudança de cultura.

Não foi inventado agora, de uma hora para outra. O Conselho Técnico reunido em Santos, em agosto de 2017 decidiu implementar esse formato. Antes de Tóquio, testamos cinco vezes para dois Mundiais, Jogos Pan-Americanos, Pan Pacífico e Jogos Olímpicos da Juventude até chegar nos Jogos Olímpicos.

Existem estudos científicos que mostram que os atletas melhoram seus tempos na competição principal quando o formato é esse. Os critérios eram conhecidos por todos há quatro anos. É de conhecimento geral que a pandemia foi um fato novo na preparação. Entendemos, porém, que não podemos mudar os critérios depois de uma etapa de classificação já realizada.

Portanto não pretendemos fazer uma nova seletiva para os atletas que já nadaram. Apenas a que está marcada para o dia 12 de junho, para os que utilizaram do salvo-conduto para COVID-19

16 respostas
  1. Fabiano Devide
    Fabiano Devide says:

    Apesar da excelente organização da CBDA na seletiva, a representação de que atingir o índice “A” significa chance de medalhas está distante da realidade. Se passaram cinco anos desde os Jogos do Rio, 2016 e muito provavelmente, o índice A, hoje, significará uma semifinal. Logo, o argumento que só desejamos levar quem possa brigar por medalhas é frágil, salvo exceções como o rev 4x100livres e talvez os 50 livres. A questão que a CBDA precisa repensar, em minha opinião, é reconhecer o ano trágico que o mundo passou e passa até hoje e como o mesmo impactou na preparação de todos(as), sobretudo num país como o Brasil, onde a pandemia não recebeu a devida atenção. Além disso, se a noção de única seletiva está alinhada com excelência no que tange à infraestrutura para atletas atingirem indices somente nas finais, que a mesma fosse organizada em piscina coberta, para que atletas pudessem colocar todo o seu macrociclo olímpico à prova (quem poderá dizer que o vento e a chuva não influenciaram o centésimo que faltou à Larissa nos 100 livres ou ao Spajari nos 50 livres?). Sou a favor da segunda seletiva em piscina e condições de excelência, como teve Fratus, nos Estados Unidos; enquanto os demais brazucas enfrentaram piscina aberta, vento, garoa e frio nos finais de tarde do outono do Rio de Janeiro. Sucesso à seleção!

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  2. Carlos
    Carlos says:

    A CBDA quer mudar a mentalidade dos atletas brasileiros, mas os atletas não querem mudar. Pelo visto querem o velho jeitinho brasileiro mesmo…

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  3. Rodrigo
    Rodrigo says:

    A CBDA tem que brigar para levar o máximo de atletas para as olimpíadas. São mais atletas tendo a chance de conseguir um patrocinador. Mais técnicos sendo requisitado para trabalho de preparação. Mais destaque na mídia para a modalidade esportiva.
    E principalmente mais fãs para o esporte, ou seja mais alunos em cada clube do Brasil.
    Cada atleta olímpico movimenta toda uma cadeia produtiva.
    E é muito simples, se não for a natação, vai ser outro esporte.
    E essa solicitação não deve ser apenas dos atletas, mas de todos os clubes do Brasil.

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  4. Observador
    Observador says:

    Eu respeito, e MUITO, a opinião de quem é a favor de uma segunda seletiva.

    Mas discordo completamente da realização da mesma. Critérios eram de conhecimento de todos!

    Querem profissionalizar o esporte, mas não querem seguir critérios profissionais. Se já havia sido decidido, por que mudar agora?

    Bola pra frente pessoal.

    Responder
  5. Cristina Nascimento
    Cristina Nascimento says:

    Por que não haver uma competição para tentar preencher as vagas existentes?
    Chovia muito na última competição. Sequer temos uma piscina coberta.
    Precisavam uma cabeça mais aberta para discutir essa possibilidade numa época tão difícil

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  6. Romeu
    Romeu says:

    Como falei anteriormente, n acho problema em tentarem as vagas que n foram preenchidas, errado seria que nesta segunda seletiva os atletas pudessem concorrer em provas já preenchidas nas vagas individuals e coletivas (revezamentos).
    Vi um comentário dizendo que n fazendo a seletiva, tirariam a chance de medalhas desses atletas q n obtiveram o índice na seletiva; neste caso eu discordo plenamente, qual seria este atleta q n alcançou o índice A que tem chance de medalha??? A segunda seletiva seria uma possibilidade p que os atletas conseguissem o índice, somente isso.

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  7. Luiz Fabiano
    Luiz Fabiano says:

    Acredito que com tudo isto que está acontecendo vejo que em alguns casos a um pouco de verdade e por outro lado temos que analisar os outros atletas que poderiam sim ter tido seus índices alcançados porém devido covid muitos clubes fecharam e tiveram que se adaptar a fazer treinos em casa e quando sim tendo oportunidade de pagar uma academia para fazer natação particular vejo os nomes sitado nesta lista atletas conhecidos ja com seus clubes mas e os outros que em quase 1 ano meio praticamente tiveram seus sonhos parados devido ao covid sou pai de um atleta tenho um filho que tem futuro na natação e me doi ver que nesta paralisação vejo anos preciosos perdido para seu desenvolvimento futuro ?

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  8. Gustavo Lima
    Gustavo Lima says:

    Correta a resposta da CBDA.
    Os critérios de seleção devem ser claros e preferencialmente concretos e objetivos. Poderia haver alguma margem discricionária mas isso talvez causasse ainda mais insatisfação.
    Regras são feitas para serem seguidas. E entendo que as vigentes foram amplamente discutidas e aceitas

    Responder
  9. Sandro
    Sandro says:

    Muitos atletas se dedicaram, se prepararam para conseguir o índice através de Seletiva Única e tiveram sucesso. Logo, temos que valorizar essas atletas que conseguiram quebrar essa barreira de competir sob pressão em Seletiva Única.
    Aos que não conseguiram seus índices, resta torcer para que eles se preparem melhor e tenham melhores resultados sob pressão no futuro.
    O fato é que a Seletiva Única é um caminho sem volta, é um caminho para que nossos nadadores fiquem mais arrojados, mais competitivos, mais confinantes e seguros de si.
    O Conselho Técnico da CBDA reunido em Santos-SP, desde 2017 decidiu pela Seletiva Única para torneios como Campeonatos Mundiais, Jogos Pan-Americanos e Jogos Olímpicos.
    Logo, todos já sabiam da Seletiva Única há quatro anos e tinham que se preparar emocionalmente e mentalmente para competir sob pressão. A Seletiva Única é importante para simular a pressão que acontece em Jogos Olímpicos e Pan- Americanos, nos quais você só tem uma chance e a próxima chance só virá depois de 4 anos.
    Portanto, temos que valorizar quem soube competir sob a pressão de uma Seletiva Única e garantiu seu objetivo:
    Ana Marcela Cunha nos 10.000 m
    Beatriz Dizotti nos 1500 m
    Betina Lorscheitter nos 1500 m
    Felipe Lima nos 100 peito
    Fernando Scheffer nos 200 livre
    Breno Correia nos 200 livre e 4×100 livre
    Bruno Fratus nos 50 livre
    Caio Pumputis nos 200 medley
    Gabriel Santos nos 100 livre
    Guilherme Basseto nos 100 costas
    Guilherme Costa nos 400, 800 e 1500 m
    Guilherme Guido nos 100 costas
    Leonardo de Deus nos 200 borboleta
    Luiz Altamir Mello no 4×200 livre*
    Marcelo Chierighini no 4×100 livre*
    Matheus Gonche nos 100 borboleta
    Murilo Sartori no 4×200 livre
    Pedro Spajari nos 100 livre
    Vinicius Lanza nos 200 medley

    Responder
  10. Roberta Prestes
    Roberta Prestes says:

    Um absurdo!! Irão deixar atletas de ponta , que com certeza teriam chance de trazer medalhas , não interessa se vem de 2017 , isso eles já sabem o que importa é o momento que estamos passando por essa maldita pandemia!!!

    Responder
    • Sandro
      Sandro says:

      Absurdo nenhum.
      Os atletas que ficaram de fora fizeram tempos ruins que,, de acordo com os tempos do ranking mundial da FINA, sequer teriam condições de pegar uma semifinal, muito menos uma final, e medalha, então, fora de cogitação.
      Compare os rankings dos atletas que ficaram de fora da Seleção Olímpica com o ranking mundial e verá que nenhum deles teria chances reais de ganhar um “BRONZE” em Tóquio.
      E na verdade, o que importa, é que tem que se acostumar com a pressão de se competir em uma Seletiva Única e conquistar os resultados necessários para estar em uma Seleção Olímpica.

      Responder
    • Observador
      Observador says:

      “chance de trazer medalhas”

      Qual o atleta que não conseguiu índice A que brigaria por medalhas?

      Critérios foram muito bem definidos pela CBDA.

      Sempre cobraram seriedade da CBDA, e agora que ela age como tal, querem que ela volte ao amadorismo.

      Peço desculpas e respeito demais todos os atletas.. mas me parece “choro de perdedor”

      Responder
  11. Fernanda
    Fernanda says:

    Triste resposta, qual a dificuldade desses cara entenderem que o ano ee 2020 nao foi normal. Ainda arisco a dizer que não querem fazer outra seletiva pra não gastarem denovo.

    Responder
    • Sandro
      Sandro says:

      Qual é a dificuldade de entender que vários atletas conseguiram seus índices em Seletiva Única:
      Ana Marcela Cunha nos 10.000 m
      Beatriz Dizotti nos 1500 m
      Betina Lorscheitter nos 1500 m
      Felipe Lima nos 100 peito
      Fernando Scheffer nos 200 livre
      Breno Correia nos 200 livre e 4×100 livre
      Bruno Fratus nos 50 livre
      Caio Pumputis nos 200 medley
      Gabriel Santos nos 100 livre
      Guilherme Basseto nos 100 costas
      Guilherme Costa nos 400, 800 e 1500 m
      Guilherme Guido nos 100 costas
      Leonardo de Deus nos 200 borboleta
      Luiz Altamir Mello no 4×200 livre*
      Marcelo Chierighini no 4×100 livre*
      Matheus Gonche nos 100 borboleta
      Murilo Sartori no 4×200 livre
      Pedro Spajari nos 100 livre
      Vinicius Lanza nos 200 medley
      Tivemos índices conquistados desde provas de 50 m até provas de 1500m.
      Com tantos atletas que obtiveram êxito com Seletiva Única não há justificativa plausível para uma segunda seletiva.
      E quem não conseguiu que se prepare melhor para competir sob a pressão de uma Seletiva Única para a Olimpíada de Paris 2024.

      Responder

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