Siphie Baleka tem uma história bastante interessante. Nadador masters americano que defendeu a equipe universitária de Yale e que já girou o mundo em diferentes ações. Foi caminhoneiro, escreveu um livro, publicou um DVD, palestras e outras tantas ações.

Numa de suas viagens, Baleka disse que “se encontrou” ao visitar tribos na África. Entre 2019 e 2020 ele entrou com processo de naturalização que posteriormente foi aprovado para ser cidadão de Guiné-Bissau. Sem nunca ter morado por lá, ou nem seus pais serem cidadãos do país, Baleka conseguiu aprovação da sua cidadania que saiu algumas semanas antes do prazo final de registrou para participação de Universalidade nos Jogos de Tóquio.

A FINA acabou por recusar a participação de Baleka em Tóquio indicando que ele não participou de eventos FINA classificatórios, mesmo sendo atleta em busca de vaga por Universalidade.

Agora, Baleka deu uma entrevista ao site da USMS, Federação Americana de Natação Masters onde reclama da ação da FINA e diz que vai trabalhar para promover a natação em Guiné-Bissau. Também adianta que não vai buscar vaga para Paris 2024, vai deixar isso para um nadador nascido por lá (ainda bem).

Veja a entrevista aqui:

https://www.usms.org/fitness-and-training/articles-and-videos/articles/siphiwe-balekas-biggest-challenge

 

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