Que década para a natação paralímpica do Brasil!

O crescimento foi exponencial, ganhando novos nomes, crescendo em diferentes classes, abrindo espaço na mídia. Ao premiar os melhores nadadores paralímpicos, a Best Swimming faz a sua parte nesta onda. Para a categoria de Melhor Nadadora Paralímpica da Década, quatro nomes foram relacionados e todas ganharam votos do Painel de Especialistas.

 

Joana Maria Silva, a potiguar de 33 anos de idade, foi a escolhida recebendo pouco mais de 50% dos votos do Painel. Foi o reconhecimento de suas quatro medalhas nos Jogos Paralímpicos de Londres (1 bronze) e no Rio (2 pratas e 1 bronze). Joaninha ainda brilhou em Mundiais, nove medalhas, dois ouros, duas pratas e cinco bronzes distribuídos nas edições dos Mundiais de 2013, 2015, 2017 e 2019.

Natural de Natal, onde começou a nadar, Joana nasceu com acondrosplasia, a condição que afeta o crescimento dos ossos sendo classificada na classe S5. A natação era recomendação médica na Escola de Natação Tutubarão e virou prazer, virou realização.

 

 

Quando questionada qual o seu maior momento da carreira, Joana lembra do seu bronze dos 100 livre no Mundial de 2015, em Glasgow, ganhando a medalha e quebrando o recorde das Américas. Velocista por natureza, Joana estreou nas competições internacionais em 2010 e já foi duas vezes agraciada com o Troféu Best Swimming de Melhor Nadadora Paralímpica do Ano.

 

 

Joana Silva é a Nadadora Paralímpica da Década no Brasil.

Também foram dominadas e bem votadas pela ordem: Edênia Garcia, Susana Schnarndorf e Maria Carolina Santiago.

 

Veja a prata paralímpica de Joana Silva no Rio 2016:

 

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