Conor Dwyer foi indicado na semana passada para o Hall da Fama da Universidade da Flórida (link). Junto com outros seis atletas de diferentes modalidades esportivas, Dwyer passa a fazer parte dos “maiores dos maiores” do esporte da tradicional universidade americana.

A controvérsia vem do fato que Dwyer se aposentou em outubro de 2019, quando ainda estava a cumprir 20 meses de suspensão por doping que só terminaria em agosto de 2020. Dwyer esteve em duas Olimpíadas, integrou os revezamentos campeões olímpicos do 4×200 livre de Londres 2012 e Rio 2016 e ainda levou um bronze nos 200 livre na sua última participação olímpica.

Por três vezes, 15 de novembro de 2018, 27 de novembro de 2018 e 20 de dezembro de 2018, Dwyer testou positivo para substâncias proibidas pela lista da WADA em investigação que identificou a introdução de películas de testosterona em sua pele.

No período em que defendeu a Universidade da Florida, Dwyer chegou a 12 finais do NCAA, conquistou três títulos nacionais e por uma vez foi escolhido o nadador do ano.

Você acha que mesmo o teste positivo tendo acontecido depois de seus grandes resultados olímpicos e no NCAA ele merecia estar no Hall da Fama da Universidade da Flórida?

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