O velocista Guilherme Caribé já era recordista absoluto da Bahia dos 50 borboleta (24.20) desde o ano passado, ganhou o recorde baiano dos 100 metros nado livre na Copa das Federações (49.50) e agora acrescentou o recorde baiano dos 50 livre no Sul-Americano (22.37).

As marcas dos 50 e 100 livre eram de Edvaldo Valério Filho, atleta medalhista olímpico que integrou o revezamento de bronze do 4×100 livre dos Jogos Olímpicos de Sydney 2000. Valério tinha 22.60 desde 2002 e Caribé nadou a final do Sul-Americano para 22.37. Já nas eliminatórias Caribé fazia a sua melhor marca pessoal com 22.65.

 

Caribé com seu treinador Rafael Spinola no Sul-Americano

 

Na prova dos 100 livre, o recorde de Valério era 49.60, também do ano de 2002. Caribé nadou a Seletiva Olímpica em abril para 49.77, e conseguiu quebrar a marca na vitória no Campeonato Brasileiro Júnior de Inverno marcando 49.12. Já são sete vezes que Caribé nada a prova dos 100 livre abaixo dos 50 segundos. A última delas foi na abertura do revezamento 4×100 livre do Brasil no Sul-Americano para 49.50.

O único remanescente recorde baiano absoluto de Edvaldo Valério é da prova dos 200 metros nado livre onde ele venceu o Sul-Americano Absoluto de 2002 com 1:52.27. Aqui, Caribé está um tanto distante com sua melhor marca pessoal de 1:55.10 feitos num torneio na Bahia este ano.

 

Guilherme Caribé que em 2022 vai nadar no Tennessee

2 respostas
  1. Leonardo Abreu
    Leonardo Abreu says:

    Só lembrando que o Caribé nadou pra 1’48” no Walter Figueiredo deste ano. Apesar de ter sido curta, convertendo pra longa deve dar perto desse 1:52!

    Responder

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