O Brasil teria Bruno Fratus fechando o crawl, entretanto compromissos relacionados a sua situação imigratória nos Estados Unidos será substituído por Matheus Santana. Com a mudança, o Brasil terá três dos quatro campeões do ano passado. Daniel Orzechowski é a novidade com relação a 2014, mas esteve na disputa nos anos de 2012 e 2013.

Mesmo retornando de férias, após a disputa do Troféu José Finkel há duas semanas, a equipe brasileira entra como favorita para 2015. Três dos quatro nadadores são favoritos as disputas individuais, e o revezamento é forte candidato a repetir o bi campeonato.

Veja a análise Best Swimming das quatro equipes:

BRASIL

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Daniel Orzechowski teve uma temporada comprometida em 2014 por duas cirurgias que fez. Retornou este ano, mas só foi conseguir bons resultados neste segundo semestre. Venceu a prova dos 50 costas no Troféu José Finkel com 24.71, sétimo tempo do mundo na temporada. É o melhor do ranking mundial entre os quatro que estarão na prova.

Felipe França foi quarto colocado na prova dos 50 peito no Mundial de Kazan. No ranking de 2015, está em quinto lugar com 26.87, melhor entre os quatro que disputam a prova e único a quebrar a barreira dos 27 segundos.

Vice campeão mundial em Kazan, Nicholas Santos aparece em segundo do ranking mundial de 2015 com 22.90. Nicholas venceu os dois últimos anos e desponta mais uma vez favorito para levar os 50 borboleta.

Matheus Santana ficou em terceiro lugar no Troféu José Finkel na prova dos 50 livre. Fez 22.22, tempo que lhe coloca em 40o lugar no ranking mundial de 2015. Sua melhor marca pessoal é 22.16 feitos no ano passado no Tancredo Neves no Rio.

ESTADOS UNIDOS

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Competitivos, o Team USA sempre surpreende. Traz um grupo experiente e que sempre dá trabalho. Dos quatro que estarão no Raia Rápida, dois estiveram em Kazan. Anthony Ervin,  ficou em nono lugar nos 50 livre depois de perder um desempate com o russo Vlad Morozov ficando de fora da final. É o único nadador de crawl da prova que nadou abaixo dos 22 segundos em 2015. Tem 21.98 nesta temporada.

O outro foi David Plummer que terminou em oitavo lugar nos 50 costas com 24.98. Seu melhor nesta temporada foi 24.79, ocupa o 11o lugar no ranking mundial.

Mike Alexandrov não faz uma boa temporada. Seu melhor nos 50 peito neste ano são modestos 28.35. Ficou de fora de qualquer seleção neste ano e talvez seja o ponto mais fraco do time americano.

A novidade é o borboleta, Gilles Smith, campeão dos 100 borboleta em Toronto e que aparece em 12o lugar no ranking mundial dos 50 borboleta com 23.30.

ÁFRICA DO SUL 

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No ano passado, a equipe sentiu a falta de um nadador de borboleta. Este ano, não traz Cameron van der Burgh, mas tem um especialista em cada prova. Nenhum dos quatro esteve em Kazan.

O costas é do veterano Gerhard Zandberg. Ex-campeão mundial desta prova em 2007, nadou para 25.34 no Campeonato da África do Sul em abril.

Giulio Zorzi, medalha de bronze no Mundial de 2013 nos 50 peito, ficou de fora de Kazan. Segue treinando com Cameron van der Burgh e diferente do ano passado quando nadou os 50 borboleta, agora vai na sua especialidade. Está com o 32o tempo do mundo este ano com 27.59.

Roland Schoeman vai nadar os 50 borboleta. No ano passado, foi o vice no crawl. Nadou os 50 borboleta no Sul-Africano em abril e com 23.48 ocupa o 24o posto no ranking mundial da temporada.

Brad Tandy, o velocista que fecha o revezamento da África do Sul tem 22.28 feitos em um Grand Prix nos Estados Unidos. Conhecido por sua saída explosiva é companheiro do americano Gilles Smith na Universidade do Arizona.

ITÁLIA 

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Mirco di Tora é ex-recordista italiano dos 50 costas. Perdeu suas marcas, tanto na longa como na curta, e não vive a melhor das suas fases. Na atual temporada, aparece apenas como nono no ranking italiano com 25.88. Deve ser a peça mais fraca da equipe.

Fabio Scozzoli, vice campeão mundial dos 50 peito em Shanghai 2011, Scozzoli ainda não se recuperou por completo da cirurgia que fez no joelho no ano passado. Por conta disso, ficou de fora do Mundial de Kazan. Este ano, passou a treinar com Dirk Langer, mesmo técnico de Cameron van der Burgh e Giulio Zorzi, mas alterna períodos na Itália e Áustria.

Luca Dotto é um nome muito forte, mas nos 50 livre. Nos 50 borboleta vai nadar “no sacrifício” Mesmo assim, tem 23.87 feitos no Campeonato Italiano deste ano.

Michelle Santucci é mais especialista nos 100 livre do que nos 50. Aparece em 60o no ranking mundial de 2015 com 22.35. Volta ao Rio onde foi medalha de bronze nos 100 livre do Mundial Júnior de 2006.

 

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