Quatro nadadores de quatro diferentes programas e conquistando quatro medalhas. Confira a avaliação dos brasileiros em suas participações no US Open:

Bruno Fratus ouro nos 50 livre

Duas semanas depois de fazer um tempo bem modesto nas 50 jardas livre em um torneio local em Coral Springs, Bruno Fratus fez sua primeira competição em piscina longa pós-Olimpíada. A volta veio com a medalha de ouro nos 50 livre com 22.36 e o título de bi campeão do US Open repetindo o título de 2019 quando venceu com 21.71. Comparando com os 50 livre de volta as competições pós-Olimpíada Rio 2016, na época, Fratus nadou o Open na Palhoça e ficou em 14o lugar, nem foi para a final com 23.30.

Fratus ainda nadou as eliminatórias dos 100 livre terminando em 17o lugar com 51.42 depois de parcial de 23.86. Após a prova, o nadador brasileiro anunciou que foi sua “despedida da prova”.

Bruno Fratus treina e mora em Coral Springs, no sul da Flórida. Segue com o programa de Brett Hawke com a orientação pessoal dos treinadores Bruno Darzi e Michelle Lenhardt.

 

Iago Moussalem Amaral bronze nos 100 borboleta

Após ficar de fora da final dos 100 borboleta na Seletiva Olímpica foi uma grande volta para Iago Amaral que faz parte da equipe profissional da Indiana University. Amaral ficou em terceiro lugar nos 100 borboleta com 53.59, não muito distante dos 53.11 que fez na seletiva. Porém, um tanto distante dos 52.09 da sua melhor marca em 2018.

Na sua carreira, Amaral já nadou 15 vezes na casa dos 52 segundos nos 100 borboleta, mas nenhuma desde 2019. Na última etapa da competição ele ainda nadou apenas as eliminatórias dos 200 borboleta com 2:06.94.

 

Luiz Gustavo Borges prata nos 100 livre

Pódio dos 100 livre com Luiz Gustavo Borges

 

Em novo programa, novo treinador, Luiz Gustavo Borges já tinha sido um dos destaques do Troféu José Finkel ao vencer a prova dos 50 livre e ficar muito próximo da vaga da Seleção Brasileira para o Mundial de Piscina Curta.

O US Open foi o primeiro grande evento sob o comando do treinador Sérgio Lopez na Virginia Tech em piscina longa. E terminou a competição com uma melhora de marca e dois tempos próximos dos seus melhores.

Nos 100 livre fez 49.34 nas eliminatórias e com 49.40 terminou com a medalha de prata. Bem próximo dos 49.23, seu melhor feito na Universíades de 2019.

Nos 50 livre terminou em quarto lugar com 22.46. Seu melhor é 22.21 do Troféu Brasil de 2019.

A melhora de tempo aconteceu nos 200 livre, 1:51.61 nas eliminatórias, piorando na final para 1:52.07 e terminando em quinto lugar.

 

Raphael Rached prata nos 200 peito

Raphael Rached é prata nos 200 peito

Raphael abdicou da sua Seleção Brasileira mais importante por orientaçã da Universidade da Flórida. Não foi o único que foi impedido de viajar para os Jogos Pan Americanos Júnior em Cali, na Colômbia. Os venezuelanos Alberto e Alfonso Mestre também foram “orientados” a não viajar.

Com poucos meses de treinamento sob o trabalho de Anthony Nesty, Rached ficou em quarto lugar nos 100 peito com 1:02.35, a nove centésimos da medalha de bronze, e terminou a campanha com a prata nos 200 peito com 2:15.92.

Mesmo ficado um tanto fora das suas melhores marcas (1:01.44 e 2:13.67), para quem conhece o trabalho e treinamento da Universidade da Flórida consegue identificar o efeito positivo do resultado alcançado e principalmente a forma de se apresentar competitivo a nível nacional.

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